• CSN Responde

    A CSN é um dos mais eficientes complexos siderúrgicos integrados do mundo, com destaque em cinco setores: siderurgia, mineração, logística, cimento e energia . Para que você possa conhecer mais sobre nossa atuação frente às questões ESG, se aprofundar em temas importantes e esclarecer dúvidas sobre os negócios da Companhia, confira a nossa sessão de perguntas e respostas.

    Perguntas Frequentes

    Sobre Nós
    Sobre Siderurgia
    Sobre Mineração
    Sobre Logística
    Sobre Cimento
    Sobre Energia
    Sobre Segurança de Barragem
    Sobre Inovação
    Controvérsias

    Qual a estratégia ESG da CSN?

    A CSN busca incluir o conceito de ESG em sua estrutura de governança, que conta com políticas, estruturas e ferramentas para integrar os aspectos socioambientais e a agenda de sustentabilidade na tomada de decisão estratégica.

    A companhia tem evoluído na definição de estruturas corporativas para identificar riscos e oportunidades, apoiar a definição de metas ESG e acompanhar a evolução de todos os negócios em direção a esses objetivos. No terceiro trimestre de 2021, o Comitê ESG – que assessora o Conselho de Administração – realizou sua primeira reunião e aprovou a criação da Comissão Integrada de Gestão ESG, formada por embaixadores (colaboradores da companhia) para impulsionar um modelo de inovação e de sustentabilidade integrado na companhia.

    A CSN possui algum canal de denúncia?

    A CSN oferece 4 canais de denúncia (telefone, e-mail, correspondência e site), respeitando a premissa do anonimato, do sigilo e da garantia de não retaliação no tratamento dos relatos, disponíveis a seus funcionários, prestadores de serviços, fornecedores, clientes e comunidade de maneira geral, para receber informações sobre desvios ou transgressões que possam afetar as políticas, diretrizes e regras da Companhia ou de suas empresas. Os relatos recebidos nestes canais, exceto a correspondência, são atendidos por uma empresa terceira especializada pelo recebimento e tratamento inicial de relatos, treinada em técnicas de entrevista, análise de conteúdos e gestão de riscos, que interage a fim de obter o maior detalhe possível referente ao fato relatado, e encaminhadas para a Diretoria de Auditoria, Riscos e Compliance que é responsável pela condução das investigações recebidas nos canais de denúncias e report dos resultados ao Comitê de Auditoria, que atua como órgão de supervisão das atividades de governança corporativa. Além disso, nas suas principais unidades, a CSN mantém um canal aberto e gratuito de comunicação com o público externo, a “Linha Verde”, que visa atender a demandas ambientais.

    A CSN possui programas de redução do consumo de água?

    Sim, nossos programas e projetos vem trazendo resultados significativos na diminuição do consumo de água em todo o grupo. Na mineração, por exemplo, nossos processos de filtragem de rejeitos possibilitam a recuperação de 92% da água contida no material filtrado e na Planta Central, por meio de investimentos em novas tecnologias, o índice de recirculação da água passou de 79% em 2018 para 87% em 2020 e chegará a 95% em 2023. Na siderurgia, atualmente, a UPV (Usina Presidente Vargas) alcançou o índice de recirculação de água de 93,6% com auxílio de alguns projetos como a Implementação do reuso de águas dos trocadores de calor do Carboquímico e da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) do Pátio de Matérias-Primas, além da recirculação de águas pluviais e industriais da fábrica de cal. Além disso, de forma pioneira no setor, a UPV desenvolveu seu estudo de Pegada Hídrica. Esse levantamento permite mapear todo o ciclo da água no processo produtivo e identificar as oportunidades de melhoria, com avaliação de custos e impactos positivos dos projetos para a melhoria da performance. O estudo também foi realizado em 2021 na CSN mineração e como resultado, existiu a identificação de oportunidades para a melhoria da gestão da água em todo o ciclo de produção do minério de ferro.

    Quem é responsável por gerenciar o sistema de gestão ambiental da CSN?

    O sistema de gestão ambiental na CSN é gerido pela diretoria de sustentabilidade com auxílio do Comitê Interno de Gestão Ambiental Corporativo (CIGA – corporativo) liderado pela coordenação ambiental corporativa e composto por profissionais das áreas de meio ambiente das unidades operacionais. Esse grupo se reúne mensalmente, visando manter a melhoria contínua do SGA implantado, bem como detectar e prevenir possíveis impactos ambientais.

    A CSN possui programas de desenvolvimento de carreira?

    Sim. A CSN, segue o modelo de avaliação de desempenho pelo Ciclo de Gente, com metodologia e ferramenta 9Box. Rodamos o nosso Ciclo de Gente onde todos os colaboradores tiveram oportunidade de receber e dar feedback quanto ao seu momento atual e sua expectativa de carreira. O Ciclo consiste nas seguintes etapas: avaliação – calibragem/comitê de gente – feedback – carreira & sucessão – elaboração do PDI – Desenvolvimento. Os líderes são responsáveis por apoiar o desenvolvimento do time, a fim de torná-los melhores profissionais do que eles próprios, garantindo assim o crescimento das pessoas e a perenidade da CSN, através do programa de carreira & sucessão. Após a avaliação, realizamos os 9Box do Grupo CSN e implantamos a calibração no Comitê de Gente, buscando como resultado o “L invertido”, mapeando os talentos e potencias da companhia.

    Quais os cuidados da CSN com relação a saúde e segurança do trabalhador?

    O Sistema de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho da CSN está baseado em três objetivos que norteiam todas as nossas ações: Um ambiente seguro, Conscientização dos riscos e na Melhoria no desempenho dos processos. Estamos em constante evolução na prevenção de acidentes, sempre buscando avaliar o potencial de determinadas situações que possam levar a acidentes. Nossa estratégia está na tarefa de identificar e impedir o risco de situações perigosas antes que possam dar origem a acidentes, além de um sistema inteligente para predizer riscos de acidente no ambiente de trabalho. Além disso, a Companhia definiu as diretrizes do seu Sistema de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho através do manual de gestão de SSO, a referência corporativa objetiva consolidar as diretrizes e Política de Saúde e Segurança, além das responsabilidades e autoridades para serem disseminadas e praticadas por todos os colaboradores e fornecedores de todos os níveis e em todos os processos da organização. É importante citar que as diretrizes do manual de gestão são aplicáveis a todos os empregados diretos e fornecedores que possuem autorização para acesso nas unidades do grupo CSN para execução de serviços.

    A CSN realiza análise de risco climático em seus processos operacionais?

    Sim. Em 2021 concluímos a avaliação qualitativa dos riscos e oportunidades relacionadas às mudanças climáticas para todos os segmentos da CSN, realizado com base nas diretrizes TCFD (Task Force for Climate Related Financial Disclosures) e reportado no Relato Integrado 2021 da Companhia.

    Qual a porcentagem de cobertura da ISO 14001 em nossas unidades de operação?

    Atualmente, 95% de nossas unidades operacionais são certificadas na ISO 14.001. Acesse os certificados da companhia no site institucional da Companhia “csn.com.br”.

    Quais cuidados da CSN com relação aos impacto de suas atividades em comunidades locais?

    Mantemos um contínuo diálogo com as comunidades por meio de canais de comunicação (linha verde) e programas de relacionamento abertos e transparentes para tratarmos de quaisquer temas observados pelas comunidades, tais como: sugestões, críticas e elogios sobre nossas operações, assim como esclarecer dúvidas, inclusive quanto a detalhes sobre a gestão ambiental dos nossos principais impactos. Dessa forma, operamos com transparência e de forma colaborativa na construção de soluções e aprimoramento de nossa gestão. A partir do Plano de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM), a Companhia constantemente realiza estudos e promove o cadastramento de famílias nas áreas próximas às barragens, de acordo com recomendações internacionais como Dam Safety Guidelines – Dam Break Inundation Analysis and Downstream Hazard Classification, elaborado pelo Washington State Department of Ecology. O objetivo dos estudos e do cadastramento é monitorar as famílias inseridas dentro da Zona de Auto Salvamento (ZAS) e Zona Secundária de Salvamento (ZSS), desenvolver ações de assistência social, definir rotas de fuga e mitigar danos causados por um hipotético dam break, ou seja, rompimento de barragem do complexo.

    Além disso, a CSN busca analisar e monitorar todos os possíveis impactos a fim de mitigá-los em todo o ciclo de vida dos projetos e dos processos operacionais, o que inclui:

    • Realizar o controle ambiental, monitoramento, compensação e programas de mitigação em todo o vida útil do projeto. • Estudo de Impacto Ambiental (EIA): Antes de um projeto ser instalado, uma análise da flora, fauna, água recursos, solo, atmosfera e aspectos sociais é feito com a comunidade local por meio de pesquisas e audiências públicas.

    • Monitoramento da qualidade do ar: Na Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ) há três estações automáticas de monitoramento da Qualidade do Ar, cinco semiautomáticas e estações meteorológicas que contribuem para a eficiência dos controles ambientais e indicadores de qualidade do ar. Os dados são reportados em tempo real ao órgão ambiental estadual, que consolida as informações e divulga o Índice da Qualidade do Ar (IQAr) para a comunidade. Esse monitoramento, assim como nas plantas de Cimentos de Volta Redonda (RJ) e Arcos (MG), é realizado por meio de medições isocinéticas e contínuas, aferidas por medidores automáticos de materiais particulados e gases. Já a CSN Mineração opera quatro estações de monitoramento, sendo duas meteorológicas e duas de qualidade do ar e integram a Rede Otimizada de Monitoramento da Qualidade do Ar de Congonhas e Região.

    A CSN possui um plano de gestão de segurança patrimonial?

    Sim, acesse o documento clicando aqui.

    As operações da CSN são certificadas na ISO 50001?

    Atualmente, a SWT,  operação siderúrgica localizada na Alemanha, é certificada pela ISO 50001. Essa operação representa 10% das unidades operacionais que podem aplicar essa certificação na Companhia.

    Qual o grande diferencial do aço CSN?

    Operamos por toda a cadeia produtiva do aço, desde a extração do minério de ferro, até a produção e comercialização de uma diversificada linha de produtos siderúrgicos de alto valor agregado, incluindo aços planos revestidos galvanizados e folhas metálicas. O sistema integrado de produção, aliado à qualidade de gestão, faz com que a CSN tenha um dos mais baixos custos de produção da siderurgia mundial. Além disso, no Brasil, a CSN é a única siderurgia que produz folhas de flandres.

    Em quais mercados o aço CSN está presente?

    O aço da CSN está presente em diversos segmentos da indústria, entre os quais: Automotivo, Construção Civil, Embalagens, Linha Branca e OEM2. O mercado doméstico representa a maior parte das vendas da Companhia, que, no entanto, também se posiciona de forma estratégica no mercado externo.

    Como a CSN planeja reduzir suas emissões de GEE na siderurgia?

    Com base na estruturação da curva MAC (Curva de Custo Marginal de Abatimento), estabelecemos um Roadmap de CO2, com a definição de projetos e planos de ação que serão tomados com foco na redução das emissões de GEE de todo o grupo CSN. Mais de 100 projetos e tecnologias foram mapeados e estão em análise de viabilidade, tais como: tecnologias de recuperação de calor e energia, metalização de carga, uso de biomateriais e combustíveis alternativos, entre outros.

    Como a CSN Mineração garante a aplicabilidade dos projetos de expansão produtiva em termos ambientais?

    Em 2024, a CSN Mineração obteve a outorga de 1,998m³/h para captação no Rio Brumado, concedida pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas. Essa outorga garante a disponibilidade hídrica necessária para os projetos de expansão da CSN Mineração.  A concessão do uso do recurso foi dada com base em estudos técnicos detalhados, com o apoio de uma empresa independente, e analisado com uma opinião favorável da equipe técnica do IGAM (Agência Estadual de Águas de Minas Gerais).

     

     

     

    Qual a extensão da comercialização do minério de ferro na CSN Mineração?

    Os produtos Granulado, Sinter Feed e Pellet Feed produzidos pela CSN Mineração S.A, são comercializados no Mercado Externo e Interno. Em 2021, de todos os produtos produzidos, 14,8% (4,9 milhões de toneladas) tiveram como destino a UPV (Usina Presidente Vargas) e 85,2% foi exportado.

    Quais cuidados a CSN tem com o impacto de suas atividades em comunidades locais?

    Mantemos um contínuo diálogo com as comunidades por meio de canais de comunicação (linha verde) e programas de relacionamento abertos e transparentes para tratarmos de quaisquer temas observados pelas comunidades, tais como: sugestões, críticas e elogios sobre nossas operações, assim como esclarecer dúvidas, inclusive quanto a detalhes sobre a gestão ambiental dos nossos principais impactos. Dessa forma, operamos com transparência e de forma colaborativa na construção de soluções e aprimoramento de nossa gestão.

    A partir do Plano de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM), a Companhia constantemente realiza estudos e promove o cadastramento de famílias nas áreas próximas às barragens, de acordo com recomendações internacionais como Dam Safety Guidelines – Dam Break Inundation Analysis and Downstream Hazard

    Classification, elaborado pelo Washington State Department of Ecology. O objetivo dos estudos e do cadastramento é monitorar as famílias inseridas dentro da Zona de Auto Salvamento (ZAS) e Zona Secundária de Salvamento (ZSS), desenvolver ações de assistência social, definir rotas de fuga e mitigar danos causados por um hipotético dam break, ou seja, rompimento de barragem do complexo.

    A “Casa de Apoio CSN”, localizada no bairro Residencial em Congonhas-MG, se configura como um importante canal de comunicação com a comunidade. Com os devidos protocolos sanitários em função da pandemia, a CSN Mineração tem utilizado o local para divulgar vagas e receber currículos. Com essa ação, foi possível contratar pessoas da comunidade, criando oportunidades para transformar a realidade local por meio da geração de emprego e renda. Já as ações sociais da CSN Mineração são, principalmente, promovidas pela Fundação CSN, que tem o objetivo de atuar nas comunidades nas quais operamos, por meio de projetos socioeducacionais e culturais que contemplam parcerias com o poder público, empresas e instituições locais. Com ações sociais, em consonância com os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, a CSN contribuiu para transformar vidas, famílias e comunidades, reforçando o compromisso nas cidades que está inserida.

    Como são calculadas as emissões de GEE na mineração?

    As emissões e as metas de redução de GEE da mineração são calculadas e estipuladas com base nas diretrizes do GHG Protocol, ferramenta reconhecida internacionalmente e pode ser acessada de forma pública.

    De que forma a CSN promove a manutenção de áreas para a conservação de habitats em suas ferrovias?

    Restaurando áreas alteradas pela implantação e operação da ferrovia, que apresentem desequilíbrio ecodinâmico por meio de ações que promovam a regeneração natural, restauração da ecossistêmica local, recuperação das funcionalidades ecológicas e controle dos processos exógenos que possam resultar em carreamento de massa e assoreamento dos corpos hídricos e realizando plantio compensatório em áreas de Unidade de Conservação em mesma quantidade daquelas áreas de proteção permanente que sofrem intervenção.

    Quais os cuidados e controles realizados com relação a biodiversidade local?

    A companhia realiza uma série de cuidados com a biodiversidade local, sendo as principais: espalhamento de biomassa (TopSoil), seleção de gramíneas e leguminosas para revegetação, produção de mudas nativas arbóreas e arbustivas para proporcionar a aceleração do processo de regeneração natural, resgate e manejo de fauna em frentes obras, manutenção do banco de germoplasma local a partir da produção de muda utilizada na recuperação de áreas degradadas a partir de sementes coletas nas áreas de intervenção e através da implantação de estruturas de passagem de fauna.

    Como é produzido o Cimento CSN?

    A combinação da escória de alto forno, resultante do processo siderúrgico na Usina Presidente Vargas, e do clínquer, produzido junto à mina de calcário em Arcos, transformaram a CSN em um dos mais competitivos players de cimento do país. A sinergia entre os negócios e a logística integrada das fábricas e dos centros de distribuição estrategicamente localizados permitem oferecer um atendimento diferenciado ao mercado consumidor.

    Como são calculadas as emissões de GEE em cimentos?

    As emissões da CSN Cimentos são calculadas com base em duas metodologias reconhecidas internacionalmente, GHG Protocol e Cement Sustainability Initiative (CSI). Ambas são publicadas em nosso Relato Integrado e podem ser comparadas com outros peers do setor, pois seguindo as melhores práticas, disponibilizamos aos nossos stakeholders de forma transparente as nossas emissões absolutas e especificas calculadas nas duas metodologias.

    Como a CSN planeja atingir as suas metas de diminuição da intensidade de emissão de carbono?

    Com base na estruturação da curva MAC (Curva de Custo Marginal de Abatimento), estabelecemos um roadmap de CO2, com a definição de projetos e planos de ação que serão tomados com foco na redução das emissões de GEE de todo o grupo CSN. Mais de 100 projetos e tecnologias foram mapeados e estão em análise de viabilidade, tais como: tecnologias de recuperação de calor e energia, metalização de carga, uso de biomateriais e combustíveis alternativos, entre outros. No Cimentos temos como destaques, o uso de escória, coprocessamento de resíduos, uso de biomassa, consumo de hidrogênio verde, e tecnologias inovadoras que melhoram a eficiência energética e fator clínquer.

    A CSN realiza compensação ambiental?

    Na unidade CSN Cimentos, em Arcos (MG), firmamos a Compensação de Mata Atlântica para doação ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de 29,4 hectares como regularização fundiária do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, no município de Itacarambi (MG). Como compensação minerária já foram doados 165,4 hectares localizados dentro do Parque Estadual da Serra do Cabral, no município de Buenópolis (MG) e encontra-se em fase final de ajustes documentais a doação como compensação complementar de 18,71 hectares no mesmo parque, em área contígua à anteriormente doada pela CSN Cimentos, aumentando assim a regularização fundiária da área protegida pelo Governo Estadual.

    Qual a porcentagem de utilização de energia renovável na CSN?

    No grupo CSN, 94% da energia utilizada é proveniente de fontes renováveis.

    Quais os planos de expansão da CSN Energia?

    Juntamente com a CSN Cimentos, a CSN Energia adquiriu, no início de 2022, 100% das ações da Santa Ana Energética, que é titular de outorga para a exploração da Pequena Central Hidrelétrica Santa Ana (“PCH Santa Ana”), bem como da Topázio Energética S.A. (“Topázio”) e, indiretamente, da Brasil Central Energia Ltda. (“BCE”), subsidiária da Topázio. Além disso, em agosto de 2022, a CSN concluiu a aquisição da CEEE-G, empresa do rio Grande do Sul, que adicionará ao grupo uma capacidade instalada de cerca de 990 MW.

    As aquisições têm por objetivo suportar e fortalecer a estratégia de expansão dos negócios da CSN e suas controladas, por meio de investimentos em energia renovável, buscando a autossuficiência em energia elétrica para maior competitividade dos seus negócios.

    Na história da CSN Mineração, já houve algum episódio de acidente envolvendo suas barragens?

    Não. A CSN sempre se preocupou com a segurança de suas barragens, com controles e monitoramentos de alta tecnologia e precisão, garantindo a segurança de suas barragens e das comunidades do entorno. Além de estabelecer a conformidade legal e cumprir os requisitos impostos às suas atividades.

    Como funciona a segurança da Barragem Casa de Pedra?

    A estrutura da Barragem Casa de Pedra cumpre com todas as normas de segurança existentes, encontra-se devidamente autorizada a operar por todos os órgãos competentes e, dessa forma, não apresenta qualquer tipo de risco. A segurança da barragem, construída pelo método de alteamento a jusante, foi atestada por auditorias independentes de renome. Cabe destacar que a Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da estrutura foi protocolada no Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) e na Agência Nacional de Sobre Mineração (ANM), via SIGBM (Sistema Integrado de Gestão de Barragens de Sobre Mineração da ANM), conforme Resolução Nº 4 da ANM, no dia 11 de março de 2019, sem qualquer pedido de postergação de prazo. Ressalta-se, ainda, que a CSN Sobre Mineração está na vanguarda do tratamento de rejeitos, com investimento de 250 milhões de reais na tecnologia de empilhamento a seco.

    Qual é o método de construção da Barragem Casa de Pedra?

    A barragem de contenção de rejeitos Casa de Pedra foi construída e alteada a jusante com estrutura composta por solo compactado e resistente como argila e silte (fragmentos de rocha ou partículas menores do que um grão de areia, que entram na formação do solo ou de uma rocha sedimentar). Essa é a mesma técnica empregada na construção de grandes barragens de usinas hidrelétricas. Entre as vantagens do método construtivo a jusante podemos destacar a redução nos riscos de liquefação, a menor probabilidade de rupturas internas e um eficiente sistema de drenagem. Além disso, é importante reforçar que o dique de partida foi construído sobre um terreno natural, sustentando melhor a estrutura.

    Como é feito o monitoramento da segurança da Barragem Casa de Pedra?

    O monitoramento periódico realizado pela equipe de gestão de barragem tem por finalidade garantir a segurança da barragem Casa de Pedra, prezando pela integridade da estrutura. A CSN Mineração possui sistema de gerenciamento de monitoramento e inspeção de suas estruturas, por meio de sistemas como Geo Inspector, SHMS, Trimble, SAAsuite, e o sistema de videomonitoramento atuando 24 horas por dia.

    As atividades de leitura e interpretação dos dados coletados são realizadas pelo Grupo de Inspeção e Avaliação de Risco, conforme definição do Comitê de Gestão de Segurança do PAEBM. Em complementação aos resultados de leituras dos instrumentos instalados, são realizadas inspeções visuais periódicas das estruturas.

    Em que consiste o novo sistema de produção de filtragem a seco?

    Atualmente, a CSN Sobre Mineração realiza a filtragem de 45% do material gerado durante o processo de beneficiamento da Planta Central (PC) e da planta de Concentração Magnética de Alta Intensidade (CMAI I) e o empilha a seco. Isso reduziu a necessidade de disposição de rejeito pelo método convencional em barragens. Até 2020, a empresa deverá processar 100% do seu minério a seco, descartando a utilização de barragens para o processo produtivo. Com investimento de 250 milhões de reais, esse é o maior empreendimento do tipo no Brasil. Entre as vantagens proporcionadas pela tecnologia estão a redução de impactos ambientais, o aprimoramento da segurança nas questões técnicas e o reaproveitamento de grande quantidade da água presente nos rejeitos, que são armazenados a seco.

    Como é realizado o processo de filtragem?

    Após serem enviados para a planta de filtragem, os rejeitos passam pelo processo de adensamento em cones decantadores, com a adição de floculantes. Os cones decantadores ainda recebem o licor filtrado proveniente dos filtros e, por meio do fenômeno de separação sólido-líquido que ocorre no seu interior, há a recuperação de 90% da água, que é recirculada e retorna ao processo de beneficiamento. O material adensado segue para um tanque de homogeneização e, em seguida, é enviado aos filtros sob alta pressão. Durante o prensamento, acontece a redução da umidade e a formação de placas de rejeitos prensados, que são descarregados em correias transportadoras e transferidos para a pilha de carregamento. Posteriormente, o material filtrado é transportado por caminhões para constituir as pilhas definitivas de material a seco.

    A População da cidade de Congonhas/MG está ciente da segurança da Barragem de Casa de Pedra?

    A CSN Sobre Mineração fez diversas reuniões com os moradores dos bairros Cristo Rei e Residencial Gualter Monteiro, em Congonhas, transmitindo aos mesmos todas as informações a respeito da Barragem de Casa de Pedra. Mais do que isso, a CSN Sobre Mineração tem promovido visitas dos moradores à própria barragem. Eles sobem no maciço, assistem a palestras sobre a barragem e visitam toda a estrutura. Além disso, a CSN instalou sirenes de alerta nos bairros, implantou pontos de encontro e rotas de fuga. A empresa também realizou dois simulados de acidentes com os moradores. Neste momento, está distribuindo cartilha informativa à população, a fim de que, conhecendo melhor a estrutura e segurança da barragem, possa se sentir mais tranquila. Todas essas mesmas informações foram levadas às autoridades locais.

    Quais atividades realizamos quanto a gestão de barragens?

    Dentre as atividades relacionadas à gestão de segurança de barragens, destacam-se:

    • Realização das inspeções de campo;
    • Ações de manutenção de rotina;
    • Avaliação dos dados de monitoramento e resposta da instrumentação;
    • Verificação da condição da segurança da estrutura pautados nos fatores de segurança obtidos através das análises de estabilidade;
    • Verificação das condições de drenagem e avaliação do risco hidrológico e hidráulico;
    • Videomonitoramento 24hrs
    • Práticas para o atendimento a legislação estaduais e federais;
    • Atendimento aos requerimentos dos órgãos fiscalizadores;
    • Acompanhamento e atendimento das recomendações de auditoria, RPSB, EDR.

    Mais detalhes sobre as atividades que realizamos

    Monitoramento e instrumentação do complexo da barragem casa de pedra: o monitoramento periódico realizado pela equipe de gestão de barragem tem por finalidade garantir a segurança da barragem casa de pedra, prezando pela integridade da estrutura. A csn mineração possui sistema de gerenciamento de monitoramento e inspeção de suas estruturas, por meio de sistemas como geo inspector, shms, trimble, saasuite, e o sistema de videomonitoramento atuando 24 horas por dia.

    As atividades de leitura e interpretação dos dados coletados são realizadas pelo grupo de inspeção e avaliação de risco, conforme definição do comitê de gestão de segurança do paebm. Em complementação aos resultados de leituras dos instrumentos instalados, são realizadas inspeções visuais periódicas das estruturas.

    Inspeções de campo: a inspeção de segurança de uma barragem é uma atividade de rotina essencial e elementar, que constitui um recurso de alta relevância. Na csn elas são realizadas por técnicos especializados e experientes. Todo o sistema, constituído pela barragem casa de pedra e seus componentes, tais como ombreiras, taludes, drenagem superficial, sistema extravasor entre outros elementos são objetos de inspeções visuais, emitindo-se respectivos relatórios de rotina para acompanhamento, visando o bom funcionamento da estrutura.

     

    Rotineiramente, são realizados os seguintes serviços de manutenção de rotina:

    • Poda e conservação da cobertura vegetal;
    • Roçada da estrutura, permitindo maior visibilidade e segurança. Esta atividade contempla a remoção de toda e qualquer vegetação, o acerto das gramíneas e a eliminação de cupinzeiros e formigueiros existentes.
    • Limpeza de canaletas de drenagem e do vertedouro;
    • Manutenção do volume de espera no reservatório para amortecimento de cheias;
    • Manutenção dos instrumentos;
    • Calibrações e testes dos dispositivos de leitura dos instrumentos.
    • Os serviços de manutenções especiais, quando necessário, são executados a partir das inspeções realizadas pela equipe responsável, por meio do software geoinspector no próprio local da estrutura. A partir disso, é gerado um plano de ação para a execução das medidas a serem adotadas, caso exista alguma melhoria a ser implementada.

    Instrumentação: atualmente, existem 179 (cento e setenta e nove) instrumentos cadastrados para a barragem casa de pedra. Entre eles, piezômetros, indicadores de nível de água (inas), marcos superficiais, medidores de vazão e inclinômetros.

    Piezômetros e indicadores de nível d’água: têm como objetivo identificar o nível freático na estrutura, já os piezômetros (pz) têm como função fornecer a carga piezométrica seja na estrutura ou na fundação da estrutura.

    Medidores de vazão: têm como função monitorar o fluxo advindo da drenagem interna da estrutura.

    Marcos superficiais: utilizados para determinar possíveis deslocamentos horizontais e verticais na estrutura.

    Inclinômetro: é utilizado para medir movimentos horizontais na barragem, colaborando no controle de estabilidade de taludes. Esse instrumento é composto por uma haste cilíndrica com a presença de um sensor de inclinação em seu interior, a partir desse dispositivo é realizada uma comparação entre as leituras atuais e as realizadas após a instalação, verificando, assim, se houve mudanças significativas.

    Inspeção de campo: é uma atividade de rotina essencial para a segurança da estrutura. Por meio dela, é possível observar as condições da estrutura e seu entorno, acessos; crista; taludes; ombreiras direita e esquerda; sistemas de drenagens superficiais e internas, e extravasor e demais pontos que sejam considerados importante pela equipe de avaliação técnica.

    Durante a inspeção procura-se identificar se há recalques, deformações, deterioração dos taludes, urgências na estrutura, assim como o estado de conservação da drenagem superficial, capacidade de vertimento do extravasor e se, entre os períodos das inspeções, houve a ocorrência de alguma situação que exija ação da equipe técnica e de manutenção.

    Por que virar nosso parceiro?

    Como investidor estratégico a CSN Inova poderá auxiliar a sua startup a alavancar a sua solução tecnológica, por meio de:

     

    a) Smart Money: Acesso a capital em troca de participação acionária ou dívida conversível;

    b) Tração e escala: Acesso aos mercados que a CSN atua, com a possibilidade de se tornar fornecedor da CSN;

    c) Validação da tecnologia: Com a utilização dos produtos/serviços podem ser realizados testes aplicados das tecnologias no ambiente CSN;

    d) Conhecimento técnico: Fornecemos acesso a nossos ativos,unidades de negócios e especialistas do setor;

    e) Network: Conectamos os fundadores a uma ampla rede deco-investimento e clientes em potencial no setor de serviço.

     

    Caso a sua startup se torne parceira da CSN Inova, podemos auxiliá-la a criar uma nova solução, desenvolver e testar soluções já existentes ou contratar a suas startups para ajudar a solucionar um desafio da nossa empresa.

    O que procuramos em uma startup?

    Acreditamos em times extraordinários e buscamos soluções que tenham potencial de escala e de impacto.

    Quem pode se cadastrar para ser avaliado pela CSN Inova?

    Empreendedores que possuam uma solução aderente ao que buscamos.

    Qual tamanho minha startup precisa ter para se cadastrar?

    Para realizar o cadastro, a sua startup pode ter qualquer tamanho, mas deve considerar o perfil das startups que procuramos.

    Para avaliação de investimentos, buscamos startups que tenham tração e perspectiva de escala.

    Para parcerias de Sobre Inovação aberta, trabalhamos com startups bem estruturadas e com capacidade de trabalhar em conjunto para solucionar nossos desafios.

    Caso você não tenha CNPJ, mas acredita que a sua solução possa nos ajudar, mande um e-mail contando um pouco mais para: inova@csn.com.br.

    A CSN Ventures fará um aporte na minha empresa?

    É possível, mas o cadastro é apenas uma primeira etapa para avaliação da sua startup pela CSN Inova Ventures. A partir do cadastro, podemos ou não avaliar a sua empresa.

    Se consideramos que há sinergia entre as características da sua startup e a CSN Inova Ventures, podemos conduzir um processo de avaliação e negociação, que levará em conta uma série de fatores, e que pode ou não resultar em um aporte.

    É importante destacar que o cadastro e/ou a participação no processo de avaliação não significam que haverá um investimento na sua startup.

    Para que haja uma parceria de investimento é fundamental que haja interesse de ambas as partes e que os objetivos da CSN Inova Ventures e da sua startup sejam contemplados.

    O cadastro da minha startup resultará em uma parceria de Sobre Inovação aberta com a CSN Inova?

    É possível, mas o cadastro também é apenas a primeira etapa para avaliação de possíveis parcerias de Sobre Inovação aberta entre a CSN Inova e a sua startup. Isso não significa que a sua startup será contratada ou que haverá uma parceria com a CSN Inova.

    Como a CSN Inova conduz um processo contínuo de Sobre Inovação aberta, o seu cadastro mantém a sua startup no nosso radar para uma possível parceria de solução dos nossos desafios. Podemos entrar em contato a qualquer momento para conhecer melhor a sua startup e a sua solução e então avaliar e decidir sobre uma possível parceria.

    Existe prazo para cadastro?

    Não. O cadastro é um processo contínuo e a sua startup entrará em nossa base de dados tanto para avaliação de investimentos quanto para o nosso processo de Sobre Inovação aberta.

    Quantas empresas são selecionadas?

    Não existe uma quantidade determinada. Como nosso processo de avaliação de investimentos e de Sobre Inovação aberta é contínuo, fica a nosso critério a quantidade de parcerias a serem realizadas.

    Ainda tem dúvidas?

    Entre em contato conosco pelo e-mail inova@csn.com.br ou acesse nosso site para saber mais informações.

    CSN Mineração: Segurança da barragem do Vigia

    Desde 2019, por consequência do último acidente relacionado a barragem de outra empresa, a CSN Mineração, empresa subsidiaria do Grupo CSN, desmobilizou todas as instalações destinadas às atividades administrativas, habitacionais, de saúde e de recreação que estavam dentro da zona de auto salvamento da Barragem do Vigia, a CMIN cumpre integralmente a legislação da Agência Nacional de Mineração (Resolução ANM 95, de fevereiro de 2022).

    Adicionalmente, a Barragem Auxiliar do Vigia está totalmente descaracterizada desde 2020, bem como a barragem do Vigia, que teve suas obras civis finalizadas em 2023, e após o período de monitoramento obrigatório de dois anos, a estrutura estará descaracterizada perante os órgãos reguladores. O programa de descaracterização da CSN Mineração segue um rígido cronograma aprovado com as autoridades competentes e é monitorado pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

    CSN Mineração: Segurança da barragem de Casa de Pedra

    A barragem de Casa de Pedra, construída no método à jusante, é classificada pela Agência Nacional de Mineração como estável, o que significa que possui a melhor categoria neste aspecto e não oferece risco à sociedade.

    O certificado de estabilidade da barragem de Casa de Pedra é renovado de forma semestral, com auditorias independentes realizadas conforme cronograma estabelecido. Não há nenhum questionamento técnico ou jurídico sobre a segurança da barragem Casa de Pedra. O nível de estabilidade das estruturas da Companhia pode ser avaliado no site da ANM (Agência Nacional de Mineração), órgão responsável pela regulação das atividades minerarias no país. Clique aqui.

    Grupo CSN: Supostas violações ambientais na Baía de Sepetiba

    A Companhia recebeu ordem de pena e interdição emitida pelo município de Itaguaí em 2021, com a justificativa de violações ambientais, o que foi considerado ilegal e arbitrária. Essa ilegalidade foi reconhecida pelo Instituto Ambiental do Rio de Janeiro (INEA), que, apenas 9 horas após a emissão da ordem municipal, determinou imediatamente o reinício das operações portuárias.

    A Agência Estadual Ambiental (INEA) é definida pela lei federal como o órgão competente para monitorar e supervisionar nossas atividades portuárias em todas as questões ambientais. Portanto, ao contrário do que foi alegado pelo Município de Itaguaí, as operações da CSN estão devidamente licenciadas pelo órgão ambiental estadual competente, com todas as licenças ambientais válidas. A este respeito, o Parecer n. 13/01-RTAM-PG-2 foi expedido pela Procuradoria-Geral da República do Estado do Rio de Janeiro, no âmbito do processo administrativo do INEA, informando que as multas aplicadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Itaguaí não estavam em conformidade com as normas legais em vigor. Além da ordem emitida pelo INEA para reabertura do Porto, no mesmo dia em que o município emitiu a pena e a ordem de Interdição, a CSN ajuizou ação contra o município para confirmar a ilegalidade da ação municipal, e a justiça também determinou a suspensão imediata da pena e ordem de interdição por eles proferida.

    Notas da CSN à Imprensa:

    Nota de posicionamento 01, logo após a interdição – A empresa esclarece que possui todas as licenças ambientais do Porto de Itaguaí, o que atesta que sua atuação está totalmente pautada no que determina a legislação. A Companhia informa que não houve vazamento ou derramamento de minério de ferro no mar e não reconhece nenhuma das cobranças alegadas pelo município.

    Além disso, um município não tem competência legal para interditar um porto devidamente licenciado pelo órgão ambiental estadual, e que é responsável por grande parte da balança comercial brasileira. A empresa tomará todas as medidas legais para garantir a continuidade de suas operações e buscará indenização por parte do município por danos materiais e morais.

    Nota de posicionamento 02, após levantamento da interdição – CSN informa que Agência Estadual de Meio Ambiente determinou na sexta-feira, 16 de abril de 2024, o levantamento da ordem de interdição do Porto de Itaguaí, que havia sido interditado ilegalmente pela prefeitura local. A decisão do órgão ambiental, também foi acatada pelo município, comprovando o que a Companhia já esclareceu: seus dois terminais portuários (Tecar e Sepetiba Tecon) possuem todas as licenças ambientais e atuam de acordo com a legislação Ambiental. A empresa refuta mais uma vez todas as acusações infundadas apresentadas pelo Município.

    Uma nota da Agência Estadual de Meio Ambiente também é clara sobre a legalidade da operação dos terminais: “Sobre a licença ambiental, o Inea informa que o Tecon está com licença  . O Tecar possui a licença LO nº IN016259 que está em processo de renovação, com documento válido amparado no art. 18 da Resolução Conama nº 237”. Em janeiro de 2025, o TECAR recebeu sua licença renovada , a LOR nº IN053867 45, com vigência até 13/01/31.

    Confira notas da imprensa nas seguintes fontes:

     

    Contaminação ambiental - Volta Grande IV, Rio de Janeiro

    Desde o ano 2000, quando surgiram as primeiras suspeitas de contaminação do solo no Bairro Volta Grande IV, em Volta Redonda (RJ), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) tem se empenhado em avaliar e monitorar as condições ambientais da região. Com base em rigorosas normas e diretrizes para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas, a CSN conduziu uma série de campanhas de investigação envolvendo análises de solo, vapor de solo e água subterrânea. Ao longo de mais de duas décadas, o condomínio Volta Grande IV tornou-se uma das áreas residenciais mais minuciosamente investigadas do Brasil, com mais de 100 mil análises ambientais realizadas em laboratório.

    Até o momento, foram realizados 27 estudos ambientais, que concluíram todas as etapas de diagnóstico previstas na Resolução CONAMA 420/2009, a diretriz brasileira para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas. As principais conclusões desses estudos incluem:

    • Os resíduos relacionados exclusivamente ao processo siderúrgico estão confinados em uma área que representa apenas 10% da extensão total do condomínio, localizados em uma camada contínua de 1,5 metros de espessura.
    • A caracterização química revelou que a camada de resíduos é composta predominantemente por sílica, um material considerado inerte.
    • Os impactos nas águas subterrâneas são limitados, e a modelagem matemática indica que não há risco de migração de contaminantes para o Rio Paraíba do Sul ou para áreas externas ao condomínio.
    • Não foram identificados riscos reais à saúde humana.

    No que tange às ações de intervenção, a CSN seguiu as recomendações dos consultores independentes responsáveis pelas investigações de solo e águas subterrâneas, entre elas:

    • Monitoramento Contínuo: Implementação de campanhas de monitoramento de águas subterrâneas e vapores de solo, cujos resultados têm consistentemente confirmado o diagnóstico inicial, sem novas ocorrências ou alterações significativas no cenário ambiental.
    • Capeamento e Confinamento do Solo: Como medida conservadora, foi realizado o capeamento e confinamento do solo superficial exposto nas áreas públicas do condomínio, prevenindo escavações e minimizando o contato dérmico com o solo.
    • Transformação de Áreas Públicas: As áreas públicas foram convertidas em espaços recreativos, incluindo a implantação de uma quadra poliesportiva, contribuindo para a qualidade de vida dos moradores.
    • Programa Voluntário de Amostragem de Solo: A CSN oferece um programa público e voluntário de amostragem de solo, no qual os moradores podem solicitar, sem custo, análises em suas propriedades privadas para verificar a qualidade ambiental do solo.
    • Comunicação com a Comunidade: A empresa mantém um canal de comunicação, denominado “Linha Verde”, onde os moradores podem esclarecer dúvidas relativas à qualidade ambiental do condomínio por telefone e e-mail.

    Todos os estudos e informações obtidos foram apresentados ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA), órgão ambiental responsável pelo acompanhamento e avaliação das condições ambientais do condomínio.

    Além das investigações realizadas pela CSN, a área do Condomínio Volta Grande IV foi objeto de diversos estudos acadêmicos publicados em revistas científicas independentes, que corroboram a segurança do local e a ausência de riscos para os moradores, são eles:

    Estudo: Journal of Environmental Protection > Vol.10 No.7, July 2019: Environmental Forensic Investigation in the Residential Neighbourhood Volta Grande IV, Volta Redonda, RJ, Brazil, Using TPH and PAHs Analyses in Soil Samples

    Estudo: Published online 2020-11-05: Tiered analytical approach to determination of hydrocarbon fingerprint in soil vapor samples: Residential Neighbourhood Volta Grande IV, Volta Redonda, RJ, Brazil

    Estudo: Published online: 08 Mar 2021: Forensic analytical approach for hydrocarbon fingerprinting in soil vapor samplings: Example of a residential neighbourhood in Brazil Forensic analytical approach for hydrocarbon fingerprinting in soil vapor samplings: Example of a residential neighbourhood in Brazil

    Armazenamento de agregado siderúrgico - Usina Presidente Vargas

    A área, inicialmente conhecida como Fazenda Volta Grande, foi adquirida pela CSN na década de 60. Após quatro etapas de desmembramento do local, partes foram destinadas à prefeitura de Volta Redonda para implantação de condomínios residenciais. A porção remanescente passou a abrigar o Pátio de Beneficiamento de Escórias, local de aproximadamente 758 mil m², instituído desde a década de 80 e em vigor até os dias atuais, cuja finalidade é a operação de beneficiamento dos resíduos oriundos do processo siderúrgico da Usina Presidente Vargas (UPV), também em Volta Redonda.

    O Pátio de Beneficiamento de Escórias encontra-se em área devidamente licenciada pelo órgão ambiental regulador do Estado do Rio de Janeiro, desde a década de 80. Portanto, as atividades realizadas no local atendem a todos os controles ambientais aplicáveis ao processo produtivo, bem como às solicitações e demandas do órgão supracitado, com supervisão e monitoramento constantes e rigorosos.

    O processo para o beneficiamento de escórias de aciaria inicia-se com a separação do material em duas frações. A primeira fração é a porção metálica, a qual é redirecionada, para reintegração no processo siderúrgico da UPV, compondo a produção de aço, possibilitando, dessa maneira, uma importante etapa de economia circular do processo produtivo. A segunda fração é a parte não metálica, denominada “agregado siderúrgico”.

    Os agregados siderúrgicos são materiais compostos predominantemente de óxidos e silicatos, produzidos em diversas granulometrias, conforme as especificações técnicas necessárias para cada tipo de aplicação que esses produtos permitem. A composição química dos materiais não apresenta riscos de toxicidade e contaminação para o meio ambiente ou à saúde humana, conforme confirmado pelas caracterizações realizadas em consonância com a ABNT NBR 10.004 – Classificação de Resíduos Sólidos, que determina a classificação dos agregados como materiais Classe IIA (não perigosos e não inertes).

    As indústrias de construção civil são as mais importantes consumidoras dos agregados siderúrgicos, em aplicações como base e sub-base ou revestimento primário de rodovias, estradas vicinais, ruas e pátios. Devido à dependência desse setor, os cenários econômicos desfavoráveis, que implicaram na redução de obras de infraestrutura no país nos últimos anos, afetaram diretamente a destinação dos materiais beneficiados. Consequentemente, houve um acúmulo de agregados siderúrgicos nos estoques do Pátio de Beneficiamento. Em função disso, foram adotadas diversas medidas para acelerar o escoamento dos materiais, envolvendo estudos para aproveitamento do material como lastro ferroviário, desenvolvimento de corretivo agrícola e fertilizante de solo, dada a característica alcalina dos agregados, além de insumos para cimenteiras.

    Cabe ressaltar que esses esforços de redução de estoques têm resultado na diminuição gradual das pilhas de materiais. De agosto de 2020 até maio

    A área, inicialmente conhecida como Fazenda Volta Grande, foi adquirida pela CSN na década de 60. Após quatro etapas de desmembramento do local, partes foram destinadas à prefeitura de Volta Redonda para implantação de condomínios residenciais. A porção remanescente passou a abrigar o Pátio de Beneficiamento de Escórias, local de aproximadamente 758 mil m², instituído desde a década de 80 e em vigor até os dias atuais, cuja finalidade é a operação de beneficiamento dos resíduos oriundos do processo siderúrgico da Usina Presidente Vargas (UPV), também em Volta Redonda.

    O Pátio de Beneficiamento de Escórias encontra-se em área devidamente licenciada pelo órgão ambiental regulador do Estado do Rio de Janeiro, desde a década de 80. Portanto, as atividades realizadas no local atendem a todos os controles ambientais aplicáveis ao processo produtivo, bem como às solicitações e demandas do órgão supracitado, com supervisão e monitoramento constantes e rigorosos.

    O processo para o beneficiamento de escórias de aciaria inicia-se com a separação do material em duas frações. A primeira fração é a porção metálica, a qual é redirecionada, para reintegração no processo siderúrgico da UPV, compondo a produção de aço, possibilitando, dessa maneira, uma importante etapa de economia circular do processo produtivo. A segunda fração é a parte não metálica, denominada “agregado siderúrgico”.

    Os agregados siderúrgicos são materiais compostos predominantemente de óxidos e silicatos, produzidos em diversas granulometrias, conforme as especificações técnicas necessárias para cada tipo de aplicação que esses produtos permitem. A composição química dos materiais não apresenta riscos de toxicidade e contaminação para o meio ambiente ou à saúde humana, conforme confirmado pelas caracterizações realizadas em consonância com a ABNT NBR 10.004 – Classificação de Resíduos Sólidos, que determina a classificação dos agregados como materiais Classe IIA (não perigosos e não inertes).

    As indústrias de construção civil são as mais importantes consumidoras dos agregados siderúrgicos, em aplicações como base e sub-base ou revestimento primário de rodovias, estradas vicinais, ruas e pátios. Devido à dependência desse setor, os cenários econômicos desfavoráveis, que implicaram na redução de obras de infraestrutura no país nos últimos anos, afetaram diretamente a destinação dos materiais beneficiados. Consequentemente, houve um acúmulo de agregados siderúrgicos nos estoques do Pátio de Beneficiamento. Em função disso, foram adotadas diversas medidas para acelerar o escoamento dos materiais, envolvendo estudos para aproveitamento do material como lastro ferroviário, desenvolvimento de corretivo agrícola e fertilizante de solo, dada a característica alcalina dos agregados, além de insumos para cimenteiras.

    Cabe ressaltar que esses esforços de redução de estoques têm resultado na diminuição gradual das pilhas de materiais. De agosto de 2020 até maio de 2025 foram movimentadas externamente 4,3 milhões de toneladas de agregados e efetivamente foram retirada

    880 mil toneladas de materiais dos estoques para reutilização. Estas reduções têm perspectivas de aumento ao longo dos próximos anos, a partir de iniciativas e parcerias em curso.

    Adicionalmente, é importante frisar que não existem riscos, em função da estabilidade das pilhas, ao Rio Paraíba do Sul ou à comunidade ao redor do Pátio de Beneficiamento, conforme a unanimidade de estudos e monitoramentos realizados por empresas independentes. O material possui característica de solidificação e, em quatro décadas, não há notícias de que instabilidades das pilhas tenham ocasionado desmoronamentos ou contaminações do solo, das águas subterrâneas ou do Rio Paraíba do Sul.

    Além disso, a empresa tem apresentado propostas ao Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro e INEA (Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro) que visam a redução de todas as pilhas de materiais estocados em um prazo máximo de 19 anos após homologação do acordo em discussão. A minuta do acordo final está em validação pelas partes interessadas.

    CSN Mineração - Conformidade na Segurança das Barragens de Rejeito

    Um Inquérito Civil foi instaurado em 2021 para verificar a conformidade das barragens de rejeito da CMIN junto à Política Nacional de Segurança de Barragens. As barragens sob investigação são: B2 Água Preta, B2 Auxiliar, B4, B5, Casa de Pedra, Dique do Bichento III-A, Dique do Esmeril IV, Auxiliar do Vigia, Vigia e Vila II. Com relação a este inquérito, todas as informações foram providenciadas e um acordo preliminar foi assinado considerando todas as barragens. Uma perícia indicada pelo Ministério Público Federal fez diligências para verificar se todos os termos do acordo foram cumpridos pela CSN Mineração para encerrar o inquérito, o que esperamos que aconteça muito em breve.

    A Companhia possui um Programa de Descaracterização de barragens e segue um rígido cronograma aprovado por autoridades competentes e monitorado pela Agência Nacional de Mineração (ANM), das barragens consideradas no inquérito supracitado, três delas já estão descaracterizadas, a B5, Barragem Auxiliar do Vigia e Barragem do Vigia sendo a mais recente a ter suas obras civis finalizadas e aguarda apenas o período de monitoramento obrigatório de dois anos, para ter a estrutura descaracterizada perante os órgãos reguladores. Além disso, todas as barragens da CMIN são classificadas como estáveis e tiveram as declarações de estabilidade renovadas.

    Para verificar o status de estabilidade e de processo de descaracterização das barragens da CSN Mineração acesse o website da ANM.

    CSN Mineração: Assistência comunitária

    Em abril de 2019, o Ministério Público do estado de Minas Gerais ajuizou ação civil pública para nos obrigar a adotar medidas mitigadoras em relação aos riscos e prejuízos psicológicos supostamente gerados pela barragem Casa de Pedra à população da cidade de Congonhas. Inclui realocação de moradores, indenização e custeio de despesas com aluguel e assistência social, e realocação das crianças que frequentavam creche e escola fechadas. O Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MG) também pleiteou o pagamento de danos morais coletivos. Como resultado, foi concedida liminar parcial determinando a construção de uma escola com investimento de R$ 3 milhões. A Companhia recorreu e o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais anulou a decisão. Em 2021, outra decisão em primeira instância (do mesmo juiz) obrigou a Companhia a pagar aluguel e construir a escola, novamente suspensa pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais através de recurso interposto pela Companhia. Em novembro/2022 a Justiça de Minas Gerais decidiu por unanimidade e de forma definitiva que a empresa não precisaria retirar as pessoas nem pagar qualquer aluguel, considerando que não havia e ainda não há risco relacionado à segurança da barragem sem necessidade de evacuar as famílias.

    A CSN Mineração foi vítima de má gestão e desastres ocorridos com outras empresas, o que causou pânico e afetou outras empresas que possuem ou tiveram barragens de rejeitos, principalmente a nossa, que atua no mesmo Estado onde ocorreram os desastres.

    Além disso, foi realizada ampla campanha de comunicação para informar à população que a CSN nunca enfrentou qualquer acidente envolvendo suas barragens de rejeito, que gerou risco a população ou demandou a realocação de moradores locais. Além disso, mesmo não havendo obrigação legal de descaracterizar a barragem de Casa de Pedra, por ser construída pelo método a jusante, a CSN estabeleceu um cronograma público para descaracterizar todas as suas barragens de rejeitos a montante e a barragem Casa de Pedra.

    A barragem de Casa de Pedra é certificadanos maiores níveis de estabilidade exigidos pelas métricas da Agência Nacional de Mineração. Além disso, desde 2020, a CSN Mineração tem praticado o empilhamento a seco do rejeito, evitando o uso de barragens. 

    CSN Mineração - Processo administrativo sobre cálculo de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

    Em 2021 foi iniciada uma discussão decorrente de uma divergência de interpretações entre a CSN Mineração e a Agência Nacional de Mineração (ANM) sobre conceitos legais relacionados à base de cálculo tributário, de possíveis irregularidades no processo administrativo e pela cobrança de uma Compensação Financeira pela Exploração de recursos Minerais (CFEM).

    Para minimizar os riscos de responsabilidade, a CSN Mineração toma todas as medidas necessárias ao acompanhar as fiscalizações realizadas pelos auditores fiscais. Isso inclui a elaboração de relatórios técnicos detalhados sobre o processo produtivo, sempre que necessário, para esclarecer aos auditores todos os aspectos relevantes.

    No entanto, apesar desses esforços, não é possível evitar as fiscalizações. Essa situação gera debates, uma vez que a questão do CFEM em Minas Gerais é particularmente complexa e pouco clara.

    O andamento desse processo pode ser acompanhado pelo Formulário de Referência 2024 da CSN Mineração, especificamente no item 4, “Fatores de Risco / 4.3 – Processos Não sigilosos Relevantes”, na página 154, disponível neste link.

     

    Grupo CSN: Controle de emissão de poeira em Volta Redonda

    A Usina Presidente Vargas foi inaugurada em 1946 como a primeira siderúrgica integrada do Brasil, construída pelo governo brasileiro na cidade de Volta Redonda – RJ. Na época, poucos equipamentos e tecnologias para controle da poluição foram implementados devido à ausência de normas e legislações ambientais. Após sua privatização em 1994, iniciou-se uma longa jornada de modernização com mais de R$ 5 bilhões em investimentos entre 2000 e 2020. Obviamente, o desafio de adaptar uma planta tão antiga aos melhores padrões ambientais leva tempo, especialmente com a modernização sendo realizada enquanto a planta operava em capacidade total.

    Nesse contexto, foi assinado em 2018 um TAC (Termo de Termo de Conduta) com o INEA – Secretaria de Meio Ambiente do Estado – com base no entendimento de que todas as adaptações necessárias dependiam de investimentos e tempo mais significativos.

    O atual TAC, assinado em 2018, prevê um plano de ação de seis anos com relatórios de verificação independentes a cada três meses para monitorar o cumprimento das ações. Os relatórios dessas auditorias são entregues ao INEA e comprovam que as atividades planejadas estão sendo cumpridas dentro do prazo.

    Em 2024, a Companhia investe R$ 700 milhões em modernos equipamentos e filtros para aprimorar seus controles ambientais de emissão de poeira, mais que o dobro do valor inicialmente previsto no TAC, e até a conclusão das obras finais em 2024 a unidade está adotando inúmeras medidas para reduzir o impacto da poeira: filtros de poeira, lavadores de gases, turbinas nebulizadoras, limpeza e lavagem de vias internas e canhões sprinklers com aplicação de polímeros que minimizam sólidos em suspensão.

    Ressalta-se que fatores exógenos e naturais contribuíram para a ocorrência identificada no período. No fenômeno climático denominado “inversão térmica” – que ocorre em períodos de seca e clima seco e frio – o ar dificilmente se dispersa, o que provoca uma concentração de partículas acumuladas sobre a região onde ocorre o fenômeno. Este fenómeno é generalizado entre junho e setembro nos centros urbanos.

    Adicionalmente, a operação das estações automáticas de monitoramento da qualidade do ar localizadas no município de Volta Redonda tem seus dados reportados de forma online ao INEA sem qualquer interferência da Empresa. O INEA consolida esses dados e classifica a qualidade do ar da cidade. Não há anomalias ou interrupções em suas operações nessas estações. Para que não haja lacunas registradas no histórico de monitoramento da qualidade do ar em Volta Redonda, que não esteja associado a eventos externos, como, por exemplo, cortes de energia, ou intervenção para manutenção e calibração de instrumentos de medição automática, realizada seguindo o cronograma de manutenção deste equipamento, também informado previamente ao INEA.  Há mais de sete anos, a qualidade do ar de Volta Redonda é considerada Boa em 95% das vezes (em média).

    Grupo CSN: Suposto impacto no Rio das Velhas em Minas Gerais

    A notícia que circulou -se à estrutura denominada “Ecológica 1” localizada na fábrica de Fernandinho, em Minas Gerais, pertencente à Minérios Nacional – empresa controlada pela CSN. A estrutura – que não recebe resíduos – é utilizada para conter sedimentos e clarificar águas. Anualmente, faz parte do planejamento operacional da Companhia a limpeza dessa estrutura, a fim de retirar sedimentos que possam estar acumulados, mitigando assim possíveis impactos nos corpos hídricos. Acontece que, durante esta atividade, necessária para desassorear a estrutura da Ecológica 1, houve uma perturbação do material que estava acumulado no fundo. Isto desencadeou, em abril de 2023, um aumento da cor aparente e da turbidez da água resultante da retirada de sedimentos da própria estrutura e principalmente devido às fortes chuvas ocorridas no mesmo período. A alteração na turbidez da água foi imediatamente sanada pela Companhia, com a paralisação dos trabalhos de desassoreamento, sem causar qualquer dano ambiental ao corpo hídrico receptor. A ausência de danos foi inclusive reconhecida pelo IGAM (Instituto de Gestão das Águas do Estado de Minas Gerais) em seu relatório pós-fiscalização realizada na Ecológica 1.

    No mesmo sentido, foi negociado com a FEAM (Agência Ambiental do Estado de Minas Gerais) e o MPE (Ministério Público de Minas Gerais), um acordo judicial assinado em maio/24, em que as multas aplicadas pela FEAM foram reduzidas. O acordo só foi possível porque ficou comprovado que não houve despejo de rejeitos das barragens no rio e nenhum dano ambiental. Como conclusão, o que ocorreu foi uma alteração pontual na turbidez da água resultante dos trabalhos de desassoreamento da estrutura de contenção de sedimentos da Ecológica 1, imediatamente tratada pela Empresa.

     

     

    Emissão de Poeira em Volta Redonda

    A Usina Presidente Vargas foi inaugurada em 1946 como a primeira siderúrgica integrada do Brasil; o local foi construído pelo governo brasileiro. Na época, poucos equipamentos e tecnologias para controle da poluição foram implementados devido à ausência de normas e legislações ambientais. Após sua privatização em 1994, iniciou-se uma longa jornada de modernização com mais de R$ 5 bilhões em investimentos entre 2000 e 2020. Obviamente, o desafio de adaptar uma planta tão antiga aos melhores padrões ambientais leva tempo, especialmente com a modernização sendo realizada enquanto a planta estava operando em capacidade total.

    Nesse contexto, foi assinado o TAC (Termo de Termo de Conduta) com o INEA – Secretaria de Meio Ambiente do Estado – com base no entendimento de que todas as adaptações necessárias dependiam de investimentos e tempo mais significativos.

    O atual TAC, assinado em 2018, prevê um plano de ação de seis anos com relatórios de verificação independentes a cada três meses para monitorar o cumprimento das ações. Os relatórios dessas auditorias são entregues ao INEA e comprovam que as atividades planejadas estão sendo cumpridas dentro do prazo.

    Atualmente, a Companhia investe R$ 700 milhões em modernos equipamentos e filtros para aprimorar seus controles ambientais de emissão de poeira, mais que o dobro do valor inicialmente previsto no TAC, e até a conclusão das obras finais em 2024, a unidade está adotando inúmeras medidas para reduzir o impacto da poeira: filtros de poeira, lavadores de gases, turbinas nebulizadoras, limpeza e lavagem de vias internas e canhões sprinklers com aplicação de polímeros que minimizam sólidos em suspensão.

    Ressalta-se que fatores exógenos e naturais contribuíram para a ocorrência identificada no período. No fenômeno climático denominado “inversão térmica” – que ocorre em períodos de seca e clima seco e frio – o ar dificilmente se dispersa, o que provoca uma concentração de partículas acumuladas sobre a região onde ocorre o fenômeno. Este fenómeno é generalizado entre Junho e Setembro nos centros urbanos.

    Adicionalmente, a operação das estações de monitoramento da qualidade do ar localizadas no município de Volta Redonda tem seus dados reportados online ao INEA sem qualquer interferência da Empresa. O INEA consolida esses dados e classifica a qualidade do ar da cidade. Não há anomalias ou interrupções em suas operações nessas estações. Para que não haja lacunas registradas no histórico de monitoramento da qualidade do ar em Volta Redonda, que não esteja associado a eventos externos, como, por exemplo, cortes de energia, ou intervenção para manutenção e calibração de instrumentos de medição automática, realizada seguindo o cronograma de manutenção deste equipamento, também informado previamente ao INEA. Durante todo o ano de 2023 a qualidade do ar de Volta Redonda foi considerada boa em 95% das vezes (em média).

    Suposto impacto no Rio das Velhas em Minas Gerais

    Não houve vazamentos nas barragens de rejeitos da CSN ou de suas controladas. A notícia que circulou na mídia refere-se à estrutura denominada “Ecológica 1” localizada na fábrica de Fernandinho, em Minas Gerais, pertencente à Minérios Nacional – empresa controlada pela CSN. A estrutura – que não recebe resíduos – é utilizada para conter sedimentos e clarificar águas. Anualmente, faz parte do planejamento operacional da Companhia a limpeza dessa estrutura, a fim de retirar sedimentos que possam estar acumulados, mitigando assim possíveis impactos nos corpos hídricos. Acontece que, durante esta atividade, necessária para desassorear a estrutura da Ecológica 1, houve uma perturbação do material que estava acumulado no fundo. Isto desencadeou, em abril deste ano, um aumento da cor aparente e da turbidez da água resultante da retirada de sedimentos da própria estrutura e principalmente devido às fortes chuvas ocorridas em abril. A alteração na turbidez da água foi imediatamente sanada pela Companhia, com a paralisação dos trabalhos de desassoreamento, sem causar qualquer dano ambiental ao corpo hídrico receptor. A ausência de danos foi inclusive reconhecida pelo IGAM (Instituto de Gestão das Águas do Estado de Minas Gerais) em seu relatório pós-fiscalização realizada na Ecológica 1.

    No mesmo sentido, foi negociado com a FEAM (Agência Ambiental do Estado de Minas Gerais) e o MPE (Ministério Público de Minas Gerais), por meio de acordo judicial prestes a ser assinado, que as multas aplicadas pela FEAM não só serão reduzidas, mas também se converteu em ações para agilizar as obras de desassoreamento da Ecológica 1. O acordo só foi possível porque ficou comprovado que não houve despejo de rejeitos no rio e nenhum dano ambiental. O que ocorreu foi uma alteração pontual na turbidez da água resultante dos trabalhos de desassoreamento da estrutura de contenção de sedimentos da Ecológica 1, imediatamente tratada pela Empresa.

    Grupo CSN: Incidente com resíduos perigosos em Barra Mansa-RJ

    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que era estatal até sua privatização em 1994, foi envolvida em uma ação civil pública após a morte de uma criança em 2004. O incidente ocorreu em uma propriedade abandonada em Barra Mansa, RJ, onde resíduos industriais supostamente haviam sido depositados irregularmente. A acusação foi baseada no testemunho de um motorista que afirmou ter transportado resíduos da CSN para reciclagem em uma empresa chamada Reciclam.

    A CSN confirmou que, entre 1985 e meados da década de 1990, vendeu resíduos não perigosos e não inflamáveis, ricos em óxidos de ferro e sílica, para a Comercial Rio Claro. Esses resíduos foram posteriormente enviados para a Reciclam, que abandonou a área sem tomar medidas de controle. A CSN argumenta que nunca utilizou o material (Carbeto) que causou a combustão espontânea resultando na fatalidade e que nunca teve ligação com a Reciclam.

    A CSN, juntamente com a Saint-Gobain e a proprietária do terreno, foram condenados exclusivamente a realizar a descontaminação e recuperação ambiental da área, seguindo as normas da Resolução CONAMA No. 420/09 e as normas técnicas ABNT para Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

     

     

     

    Grupo CSN: Protestos durante a negociação de acordos coletivos

    As unidades industriais do Grupo CSN localizadas em Volta Redonda, Congonhas e Itaguaí (Porto de Itaguaí) têm como datas-base para negociações/renovações dos Acordos Coletivos de Trabalho o dia 1º de maio, período em que os Sindicatos representantes

    dos trabalhadores dessas localidades realizam suas respectivas negociações.

    Em 2022, esse cronograma não foi diferente dos anos anteriores, com os Sindicatos apresentando suas respectivas pautas com suas reivindicações, iniciando a negociação entre empresa e sindicatos.

    Durante o processo de negociação, como de costume, ambos os lados começam a ceder em partes, propostas apresentadas pela empresa foram recusadas pelos trabalhadores e os Sindicatos apresentaram reivindicações/propostas inviáveis ​​para o aceite da empresa.

    Assim, após o trâmite dessas negociações, algumas recusas por parte dos trabalhadores representados pelo respectivo Sindicato de cada localidade, em seu devido tempo e ao longo de sua própria assembleia, aprovaram a proposta que representava o máximo esforço da empresa em buscar atender às reivindicações apresentadas pelos Sindicatos, pondo fim às negociações para renovação dos Acordos Coletivos de Trabalho de 2022, sem necessidade de que essa matéria tivesse sido submetida ao Poder Judiciário, o que, de fato, não ocorreu.

    Demissões realizadas no período de negociações, ocorreram dentro da normalidade das demissões realizadas pela empresa, não sendo realizadas de forma tempestiva e/ou vinculadas/relacionadas a tais negociações.

    Em síntese, em 2022 a Companhia renovou seus Acordos Coletivos de Trabalho, cuja negociação entre a empresa e o Sindicato representante dos trabalhadores ocorreu dentro da normalidade dos anos anteriores, ou seja, sem a necessidade de intervenção do Poder Judiciário para definição das negociações.

    CSN Cimentos: Controle de emissão atmosférica em Barroso – MG

    Em 2023, a CSN Cimentos identificou duas inconsistências na operação que causaram emissão de poeira local e pontual. Ambas as situações foram rapidamente solucionadas por sua equipe de manutenção. Além disso, a empresa investe constantemente para melhorar seus equipamentos e processos de controle de poluição e reitera que pauta todas as suas atividades pelo respeito à lei, ao meio ambiente e à comunidade localizada no entorno de suas unidades.

    Desde este evento, não houve mais reclamações sobre a qualidade do ar da comunidade local de Barroso, que permaneceu muito abaixo do limite exigido pela legislação em todo o ano de 2023 e 2024, tanto para partículas inaláveis como para partículas totais em suspensão.

    Comunicação sobre navio na Baía de Sepetiba

    Em 2023, a CSN recebeu uma notificação de multa por suposta ausência de comunicação referente ao encalhamento de um navio no Porto de Itaguai, no qual estão localizados os Portos TECON e TECAR da Companhia. O que aconteceu foi que o navio True Conrad ewcastlemax (IMO: 9778430), estava ancorado na Baía da Ilha Grande – fora da área oficial do Porto, segundo nota da Marinha do Brasil. O navio não ficou encalhado, mas sim ancorado para realizar reparos.

    “A embarcação interrompeu sua viagem para que o comandante avaliasse possíveis danos ao tanque de lastro, ancorando com segurança próximo ao par de boias 1 e 2, onde atualmente se encontra estável e sem risco iminente, realizando os reparos necessários. “

    A Marinha do Brasil também informou que os reparos foram concluídos com rapidez e eficiência, e o navio teve que aguardar uma nova inspeção antes de seguir viagem para Singapura. Durante a fiscalização, não foram constatados danos à tripulação ou risco de poluição das águas. vazamento ou derramamento de óleo na área da embarcação.

    Pelo fato de o navio estar ancorado fora da área de atuação da CSN, neste caso a atuação caberia à Marinha realizar o devido monitoramento ambiental, realizar ações preventivas e reportar atualizações relacionadas às autoridades competentes, como o INEA. De qualquer forma, assim que a CSN tomou conhecimento do ocorrido, comunicou imediatamente ao INEA por meio do canal de plantão conforme a prática de emergências ambientais e colaborou com o reporte de todas as informações solicitadas pelas autoridades responsáveis.